Thursday, August 11, 2011

Afinal havia outra.





Então não é que afinal havia outra?

Uma pessoa bebe um bocadinho a mais, chega a casa meio torta e "Estás bonita, Inês, já pedes amizade a ti própria. Wait... what?!? devem estar a gozar comigo..." e aceita, pois está claro, que a curiosidade fica-se aqui a roer por dentro.

E deu nisto que se sabe, eu e ela.

E nós, a jantar, meio trapalhonas, em Grândola. E depois sim, a almoçar em Porto Covo, a passear por Sines, a deixar o gelado derreter nos dedos, a rir com vontade, a cantar, a sentir. A partilhar leituras e vivências. A ser não mais do que aquilo que somos. Porque são 10 anos que mal se notam, uma que sabe sempre ser criança, outra que sabe sempre ser adulta. Uma e outra ou tanto faz. Que a conversa não se esgota e é de toda uma vida.

E foi assim que, de uma Inês Espada, passei a duas.






1 comment:

Unknown said...

GOSTO TANTOOOOOO (LL)